Olá pessoal. Tudo bem?
Hoje eu vou falar sobre uma série que eu gostei muito e também tem um lado mais voltado pra psicologia, pelo menos de um jeito subjetivo. Wilfred é uma refilmagem da série australiana de 2007, com um tipo de humor negro que é sempre bem vindo.
Como parceiro da Yasmin e da Becca também vou colocar esse post no blog delas, se alguém quiser conferir é só clicar aqui: Ler e Imaginar - Temos Muito Mais Pra Dizer
Wilfred
Duração: 30min
Lançamento: 2011
Status: Renovada para a terceira temporada
Banco de Séries: Wilfred
Elijah Wood interpreta Ryan, um jovem tímido que não consegue se encaixar de um jeito social nem em seu trabalho nem com sua família, buscando apenas ser feliz. Certo dia ele decide se suicidar mas o seu plano não dá muito certo. Para piorar as coisas sua vizinha Jenna pede um favor, que enquanto ela estiver fora trabalhando para que ele tome conta de Wilfred seu cachorro, mas enquanto as pessoas veem Wilfred como um cão normal Ryan o vê como um homem vestido de cachorro.
Ele fica confuso, não sabe dizer se seu plano de tirar a própria vida deu certo ou se ele "só" está tendo alucinações. Independente do que realmente esteja acontecendo ele consegue ver Wilfred e com essa aparência de humano eles podem conversar. Mesmo que a princípio Wilfred não confie muito em Ryan logo eles passam a se tornar íntimos sempre contando um com o outro.
A série é uma ótima comédia mas tem o típico humor negro de programas que tentam passar uma lição de moral. Wilfred não é nem um pouco politicamente correto e sempre tem as melhores frases, pois imagine ver situações como felicidade, depressão e questões morais do ponto de vista de um cachorro.
Mesmo sendo um bom passatempo essa série traz sim muitas coisas a se pensar. Com cada episódio tendo um "tema" diferente nós podemos ver a construção dos personagens mesmo que aos poucos pois mesmo que a presença de Wilfred não faça nenhum sentido ele parece ajudar Ryan a passar pelos problemas que tem.
Essa é minha dica de hoje, Wilfred tem ótimos momentos para te fazer rir, pensar e ainda te envolver com os detalhes soltados ao longo da trama. Se você gostou ou já conhecia a série comenta aqui e se decidir assistir não deixe de voltar pra me dar sua opinião.
Até a próxima!
;)
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Filmes - As Vantagens de Ser Invisível
Oi pessoal, tudo bem?
O filme de hoje é uma estréia que eu estive muito ansioso para assistir, e eu pude participar da cabine de imprensa junto com a Yasmim do blog Ler e Imaginar, então também vou colocar esse post no blog dela, é só clicar "aqui".
Titulo original: The Perks of Being a Wallflower
Gênero: Drama
Diretor: Stephen Chbosky
Em As Vantagens de Ser Invisível acompanhamos a história de Charlie, um adolescente tímido e inseguro que está voltando ao colégio depois de um tempo fora. Charlie não é nada popular mas mesmo assim acaba conhecendo os veteranos Sam e seu meio-irmão Patrick, mesmo que eles também não sejam os mais populares da escola Charlie se apega muito a eles com o tempo.
Sendo tímido ele geralmente não expressa o que sente por isso a narração do filme é em primeira pessoa, no formato de escritas do diário de Charlie. Vemos como ele foi conhecendo Sam e Patrick e aos poucos sendo apresentados a outros personagens, como seu professor de inglês e outros alunos também veteranos.
Todos os personagens parecem ser problemáticos, sejam os novos amigos como Sam que afirma praticar bulimia e Patrick que é gay e possui uma fachada de despreocupação mas no fundo tem seus dramas. Até mesmo as pessoas na família de Charlie como sua irmã que tem um namorado abusivo e controlador.
O passado de Charlie é revelado a longo do filme, se tornando parte do mistério da trama, e as revelações mostradas aos poucos se ajustam perfeitamente aos momentos que vemos na tela, revelando que muitos dos problemas que ele tem foram carregados desde sua infância.
O filme teve Stephen Chbosky como roteirista e diretor, ele também é o escritor do livro então mesmo que eu não tenha lido acredito que foi uma boa adaptação já que sendo o autor da história ele pode pesar os acontecimentos que ficariam melhor na tela. E o elenco escolhido caiu perfeitamente contando com Logan Lerman, Emma Watson e Ezra Miller nos papéis principais e vários outros grandes artistas como Nina Dobrev, Paul Rudd e Dylan McDermott.
Os personagens tem um gosto "apurado", dando ótimas referências musicais e de filmes clássicos como "The Rocky Horror Picture Show", contando com cenas como as apresentações do musical pelos protagonistas. Confesso que foi impagável ver Patrick como Frank n Further e Charlie como Rocky! Além dessas cenas o filme tem um ótima tempo cômico conseguindo colocar piadas até mesmo em cenas super tristes. Você pode rir e chorar ao mesmo tempo.
E por falar em chorar, eu tenho que dizer que já suspeitava que o filme fosse ter partes tristes mas não imaginei que fosse me comover tanto. O filme tem um lado muito poético e eu simpatizei muito com os personagens, todos eles são muito desajustados e humanos fazendo com que seja fácil você se identificar com algum deles. E mesmo estando esgotado emocionalmente de tanto rir e chorar no final eu ainda quis mais daquela história! Posso dizer que com certeza vou assistir esse filme de novo!
Bom pessoal, é isso. Espero que tenham gostado mesmo que o post tenha ficado um pouquinho grande. rs Espero que curtam esse filme tanto quanto eu, e quando assistirem não esqueça de voltar aqui pra comentar comigo o que achou.
Até a próxima.
;)
O filme de hoje é uma estréia que eu estive muito ansioso para assistir, e eu pude participar da cabine de imprensa junto com a Yasmim do blog Ler e Imaginar, então também vou colocar esse post no blog dela, é só clicar "aqui".
Titulo original: The Perks of Being a Wallflower
Gênero: Drama
Diretor: Stephen Chbosky
Em As Vantagens de Ser Invisível acompanhamos a história de Charlie, um adolescente tímido e inseguro que está voltando ao colégio depois de um tempo fora. Charlie não é nada popular mas mesmo assim acaba conhecendo os veteranos Sam e seu meio-irmão Patrick, mesmo que eles também não sejam os mais populares da escola Charlie se apega muito a eles com o tempo.
Sendo tímido ele geralmente não expressa o que sente por isso a narração do filme é em primeira pessoa, no formato de escritas do diário de Charlie. Vemos como ele foi conhecendo Sam e Patrick e aos poucos sendo apresentados a outros personagens, como seu professor de inglês e outros alunos também veteranos.
Todos os personagens parecem ser problemáticos, sejam os novos amigos como Sam que afirma praticar bulimia e Patrick que é gay e possui uma fachada de despreocupação mas no fundo tem seus dramas. Até mesmo as pessoas na família de Charlie como sua irmã que tem um namorado abusivo e controlador.
O passado de Charlie é revelado a longo do filme, se tornando parte do mistério da trama, e as revelações mostradas aos poucos se ajustam perfeitamente aos momentos que vemos na tela, revelando que muitos dos problemas que ele tem foram carregados desde sua infância.
O filme teve Stephen Chbosky como roteirista e diretor, ele também é o escritor do livro então mesmo que eu não tenha lido acredito que foi uma boa adaptação já que sendo o autor da história ele pode pesar os acontecimentos que ficariam melhor na tela. E o elenco escolhido caiu perfeitamente contando com Logan Lerman, Emma Watson e Ezra Miller nos papéis principais e vários outros grandes artistas como Nina Dobrev, Paul Rudd e Dylan McDermott.
Os personagens tem um gosto "apurado", dando ótimas referências musicais e de filmes clássicos como "The Rocky Horror Picture Show", contando com cenas como as apresentações do musical pelos protagonistas. Confesso que foi impagável ver Patrick como Frank n Further e Charlie como Rocky! Além dessas cenas o filme tem um ótima tempo cômico conseguindo colocar piadas até mesmo em cenas super tristes. Você pode rir e chorar ao mesmo tempo.
E por falar em chorar, eu tenho que dizer que já suspeitava que o filme fosse ter partes tristes mas não imaginei que fosse me comover tanto. O filme tem um lado muito poético e eu simpatizei muito com os personagens, todos eles são muito desajustados e humanos fazendo com que seja fácil você se identificar com algum deles. E mesmo estando esgotado emocionalmente de tanto rir e chorar no final eu ainda quis mais daquela história! Posso dizer que com certeza vou assistir esse filme de novo!
Bom pessoal, é isso. Espero que tenham gostado mesmo que o post tenha ficado um pouquinho grande. rs Espero que curtam esse filme tanto quanto eu, e quando assistirem não esqueça de voltar aqui pra comentar comigo o que achou.
Até a próxima.
;)
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Séries - Perception
Oi pessoal, tudo bem?
Vim trazer uma série que foi considerada como uma das melhores estreias desse ano. Perception me cativou principalmente pelo toque de psicologia à trama, espero que gostem.
Como parceiro da Yasmin e da Becca também vou colocar esse post no blog delas, se alguém quiser conferir é só clicar aqui: Ler e Imaginar - Temos Muito Mais Pra Dizer
Duração: 45min
Lançamento: 2012
Status: renovada para segunda temporada
Orangotag: Perception
Perception nos mostra a história do Dr. Daniel Pierce, um neurocientista excêntrico e esquizofrênico. Daniel além de dar aulas na faculdade ajuda a agente do FBI Kate Rossi a desvendar casos usando seus conhecimentos sobre o comportamento humano. Kate é uma ex-aluna de Daniel e por isso o indicou para auxiliar nesse trabalho.
A "doença" de Daniel é retratada de um modo muito teatral. Ele as vezes se perde em sua consciência e alguns personagens que vemos na verdade estão apenas em sua cabeça, mas parecem ser uma articulação de seu subconsciente para alertá-lo de algo que deixou passar em seu dia. Como Natalie, a namorada de Daniel que mesmo sendo ele o único que a consegue ver sempre dá sua opinião e muitas vezes o ajuda a desvendar o caso. Achei interessante ver desse ponto de vista do "paciente".
Cada episódio traz uma investigação e tema diferente, o que só torna a série mais fascinante. Eu por exemplo, amo tudo que é relacionado a psicologia e por isso adorei os temas propostos sendo eles coisas que lidamos no cotidiano. Porém o tema principal a ser abordado é o modo com que encaramos a realidade, a diferente percepção que cada pessoa tem mesmo que o assunto a ser abordado não mude.
E mesmo que essa primeira temporada tenha apenas dez episódios os personagens foram muito bem explorados. Nós conseguimos ver uma evolução em Daniel e em todas as conquistas dele, seus relacionamentos e até mesmo o modo como lida com sua doença. Nós o vemos passar por um de seus piores momentos e as reviravoltas que aconteceram nos últimos episódios ainda podem render ótimas histórias para futuras temporadas.
Quanto ao elenco eu não tenho o que reclamar, amo os atores e os personagens interpretados são totalmente cativantes. Eu realmente espero que tenham gostado porque eu amei acompanhar essa série.
Até a próxima.
;)
Vim trazer uma série que foi considerada como uma das melhores estreias desse ano. Perception me cativou principalmente pelo toque de psicologia à trama, espero que gostem.
Como parceiro da Yasmin e da Becca também vou colocar esse post no blog delas, se alguém quiser conferir é só clicar aqui: Ler e Imaginar - Temos Muito Mais Pra Dizer
Duração: 45min
Lançamento: 2012
Status: renovada para segunda temporada
Orangotag: Perception
Perception nos mostra a história do Dr. Daniel Pierce, um neurocientista excêntrico e esquizofrênico. Daniel além de dar aulas na faculdade ajuda a agente do FBI Kate Rossi a desvendar casos usando seus conhecimentos sobre o comportamento humano. Kate é uma ex-aluna de Daniel e por isso o indicou para auxiliar nesse trabalho.
A "doença" de Daniel é retratada de um modo muito teatral. Ele as vezes se perde em sua consciência e alguns personagens que vemos na verdade estão apenas em sua cabeça, mas parecem ser uma articulação de seu subconsciente para alertá-lo de algo que deixou passar em seu dia. Como Natalie, a namorada de Daniel que mesmo sendo ele o único que a consegue ver sempre dá sua opinião e muitas vezes o ajuda a desvendar o caso. Achei interessante ver desse ponto de vista do "paciente".
Cada episódio traz uma investigação e tema diferente, o que só torna a série mais fascinante. Eu por exemplo, amo tudo que é relacionado a psicologia e por isso adorei os temas propostos sendo eles coisas que lidamos no cotidiano. Porém o tema principal a ser abordado é o modo com que encaramos a realidade, a diferente percepção que cada pessoa tem mesmo que o assunto a ser abordado não mude.
E mesmo que essa primeira temporada tenha apenas dez episódios os personagens foram muito bem explorados. Nós conseguimos ver uma evolução em Daniel e em todas as conquistas dele, seus relacionamentos e até mesmo o modo como lida com sua doença. Nós o vemos passar por um de seus piores momentos e as reviravoltas que aconteceram nos últimos episódios ainda podem render ótimas histórias para futuras temporadas.
Quanto ao elenco eu não tenho o que reclamar, amo os atores e os personagens interpretados são totalmente cativantes. Eu realmente espero que tenham gostado porque eu amei acompanhar essa série.
Até a próxima.
;)
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Nip/Tuck [1º temporada]
Oi pessoal, tudo bem?
Bom, aqui vem mais um post sobre uma série que assisti há um tempo. Eu tenho um grande problema em guardar dinheiro e isso porque sempre fico comprando cds, livros e... dvds! Finalmente terminei de assistir a primeira temporada de Nip/Tuck e por isso vim aqui comentar com vocês.
Nip/Tuck
Duração: 44min
Lançamento: 2003
Status: Finalizada, contém 7 temporadas
Orangotag: Nip/Tuck
Onde comprar: Saraiva - Submarino - Cultura
Nip/Tuck (também conhecida aqui no Brasil como "Estética") foi criada por Ryan Murphy, co-criador e roteirista de Glee, The New Normal e American Horror Story. Mas antes de começar a assistir essa série você precisa deixar de lado qualquer tipo de preconceito, porque essa série não se assemelha a nenhuma outra que ele tenha criado. Enfatizo a parte de qualquer preconceito porque os episódios nos trazem temas bem polêmicos e pesados que muitas vezes não são mostrados na TV.
Nós passamos a conhecer os doutores Sean Mcnamara e Christian Troy, dois cirurgiões plásticos que vivem em Miami e são parceiros em uma clínica. Sean teme por seu casamento que está estagnado há um bom tempo enquanto tem que lidar com seus dois filhos, já Christian é um mulherengo, que não dá a mínima para os outros e não pensa nas consequências quando quer alguma coisa. Os dramas pessoais deles independente de quais sejam sempre tomam o ponto de partida da série, a amizade entre os dois que se mostra muito forte ao longo dos episódios.
A série ressalta a busca incansável e muitas vezes desnecessária pela vaidade, cada episódio é nomeado com o nome de um paciente atendido pelos dois e passamos a acompanhar casos interessantíssimos que mostram temas nada recorrentes em outras séries sem medo de parecer pesada demais, temos pacientes obesos, maniaco-depressivos, trans-sexuais, com múltiplas personalidades, com diversas doenças e situações de vida inesperadas. Tudo isso em meio ao glamour da cidade e a frieza das salas de operação, a série não teme em mostrar cenas de sexo ou com muito sangue, deixando as cenas de cirurgias incrivelmente reais mostrando como os procedimentos são feitos praticamente passo-a-passo.
Outro ponto que tanto gosto na série é como eles lidam com o lado psicológico dos pacientes. Uma das frases que mais marcaram a série é justamente a que abre o primeiro episódio. "Então, nos diga o que não gosta em si mesmo / So, tell us what you don't like about yourself".
Eu só tenho coisas boas para falar dessa série, cada episódio mesmo que contando com uma história individual consegue entrelaçar os outros dramas e dificilmente deixa pontas soltas. O que me deixa ansioso para continuar a assistir, assim que puder irei adquirir as outras temporadas.
Bom, aqui vem mais um post sobre uma série que assisti há um tempo. Eu tenho um grande problema em guardar dinheiro e isso porque sempre fico comprando cds, livros e... dvds! Finalmente terminei de assistir a primeira temporada de Nip/Tuck e por isso vim aqui comentar com vocês.
Nip/Tuck
Duração: 44min
Lançamento: 2003
Status: Finalizada, contém 7 temporadas
Orangotag: Nip/Tuck
Onde comprar: Saraiva - Submarino - Cultura
Nip/Tuck (também conhecida aqui no Brasil como "Estética") foi criada por Ryan Murphy, co-criador e roteirista de Glee, The New Normal e American Horror Story. Mas antes de começar a assistir essa série você precisa deixar de lado qualquer tipo de preconceito, porque essa série não se assemelha a nenhuma outra que ele tenha criado. Enfatizo a parte de qualquer preconceito porque os episódios nos trazem temas bem polêmicos e pesados que muitas vezes não são mostrados na TV.
Nós passamos a conhecer os doutores Sean Mcnamara e Christian Troy, dois cirurgiões plásticos que vivem em Miami e são parceiros em uma clínica. Sean teme por seu casamento que está estagnado há um bom tempo enquanto tem que lidar com seus dois filhos, já Christian é um mulherengo, que não dá a mínima para os outros e não pensa nas consequências quando quer alguma coisa. Os dramas pessoais deles independente de quais sejam sempre tomam o ponto de partida da série, a amizade entre os dois que se mostra muito forte ao longo dos episódios.
A série ressalta a busca incansável e muitas vezes desnecessária pela vaidade, cada episódio é nomeado com o nome de um paciente atendido pelos dois e passamos a acompanhar casos interessantíssimos que mostram temas nada recorrentes em outras séries sem medo de parecer pesada demais, temos pacientes obesos, maniaco-depressivos, trans-sexuais, com múltiplas personalidades, com diversas doenças e situações de vida inesperadas. Tudo isso em meio ao glamour da cidade e a frieza das salas de operação, a série não teme em mostrar cenas de sexo ou com muito sangue, deixando as cenas de cirurgias incrivelmente reais mostrando como os procedimentos são feitos praticamente passo-a-passo.
Outro ponto que tanto gosto na série é como eles lidam com o lado psicológico dos pacientes. Uma das frases que mais marcaram a série é justamente a que abre o primeiro episódio. "Então, nos diga o que não gosta em si mesmo / So, tell us what you don't like about yourself".
Eu só tenho coisas boas para falar dessa série, cada episódio mesmo que contando com uma história individual consegue entrelaçar os outros dramas e dificilmente deixa pontas soltas. O que me deixa ansioso para continuar a assistir, assim que puder irei adquirir as outras temporadas.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Resenha - Garota Infernal
Oi pessoal, tudo bem?
Eu confesso que não gosto de filmes de terror, mas quando eles tem um toque mais trash eu não resisto em assistir. Mesmo não tendo essa intenção o filme "Jennifer's Body" escrito por Diablo Cody me passou essa impressão. Eu amei a história e tudo o que o envolve essa obra, por isso não tive como não ler o livro inspirado no roteiro.
Título original: Jennifer's Body
Autor: Audrey Nixon
Editora: Galera Record
Páginas: 192
Não coloquei a sinopse do livro aqui porque ela já nos traz grandes spoilers sobre a história! Mas como sempre tento iniciar as resenhas com uma sinopse feita com minhas palavras aí vai.
O livro conta a história de Needy, uma adolescente meio deslocada que mora em uma cidade pequena, daquelas em que todos os moradores se conhecem. Ela é a melhor amiga de Jennifer, uma linda líder de torcida que chama a atenção de todos os garotos quando passa. Mesmo sendo muito diferentes elas são realmente amigas, juntas desde a infância, sempre agindo como irmãs. Até que certo dia Jennifer convida Needy para ir a um show no bar da cidade onde uma banda de Indie Rock vai se apresentar, Jennifer só quer ir para dar em cima do vocalista mas essa noite acaba de modo trágico quando um incêndio mata várias pessoas que estavam no local do show.
A partir desse dia Jennifer se torna uma pessoa completamente diferente, Needy suspeita que isso tenha a ver com o fato de que Jenny passou o resto daquela noite junto dos membros da banda Low Shoulder. Ela não fala sobre o que aconteceu com ela e isso começa a mudar o relacionamento das duas.
Se não bastasse isso, assassinatos estão acontecendo na cidade, jovens garotos estão sendo mortos e partes de seus corpos parecem ter sido arrancadas e até mesmo comidas. Mas quem pode ser o assassino em uma cidade tão pequena?
O livro Garota Infernal é baseado no roteiro de Diablo Cody, e diferente desse se passa em primeira pessoa. No filme nós temos uma narração de Needy. a protagonista, mas também vemos cenas com outros personagens (como Jennifer) mesmo quando ela não está presente. No livro isso não acontece, por se passar em primeira pessoa nós podemos entender um pouco mais do que se passa na cabeça de Needy, e acompanhamos as descobertas e mudanças de Jennifer junto dela, o que nos dá um ar de investigação. A trama se parece com um romance policial no qual tentamos descobrir quem comete os assassinatos e por que faz isso.
A linguagem é bem simples mostrando a mente dessa adolescente. Mostrando como ela lida com os assassinatos e como ela mesma parte em busca de respostas. Mesmo que o "vilão" esteja bem claro desde o início o porque dele fazer isso é uma surpresa para aqueles que não viram o filme. Além de tornar a maior parte das cenas mais sangrentas e violentas do que a versão cinematográfica.
Eu diria que os dois se completam, eu amo o filme e gosto de várias cenas dele que não são mostradas no livro, mas com a história impressa tive a impressão de uma verdadeira história de mistério misturado em sangue e hormônios.
Nota: 4/5
Eu confesso que não gosto de filmes de terror, mas quando eles tem um toque mais trash eu não resisto em assistir. Mesmo não tendo essa intenção o filme "Jennifer's Body" escrito por Diablo Cody me passou essa impressão. Eu amei a história e tudo o que o envolve essa obra, por isso não tive como não ler o livro inspirado no roteiro.
Título original: Jennifer's Body
Autor: Audrey Nixon
Editora: Galera Record
Páginas: 192
Não coloquei a sinopse do livro aqui porque ela já nos traz grandes spoilers sobre a história! Mas como sempre tento iniciar as resenhas com uma sinopse feita com minhas palavras aí vai.
O livro conta a história de Needy, uma adolescente meio deslocada que mora em uma cidade pequena, daquelas em que todos os moradores se conhecem. Ela é a melhor amiga de Jennifer, uma linda líder de torcida que chama a atenção de todos os garotos quando passa. Mesmo sendo muito diferentes elas são realmente amigas, juntas desde a infância, sempre agindo como irmãs. Até que certo dia Jennifer convida Needy para ir a um show no bar da cidade onde uma banda de Indie Rock vai se apresentar, Jennifer só quer ir para dar em cima do vocalista mas essa noite acaba de modo trágico quando um incêndio mata várias pessoas que estavam no local do show.
A partir desse dia Jennifer se torna uma pessoa completamente diferente, Needy suspeita que isso tenha a ver com o fato de que Jenny passou o resto daquela noite junto dos membros da banda Low Shoulder. Ela não fala sobre o que aconteceu com ela e isso começa a mudar o relacionamento das duas.
Se não bastasse isso, assassinatos estão acontecendo na cidade, jovens garotos estão sendo mortos e partes de seus corpos parecem ter sido arrancadas e até mesmo comidas. Mas quem pode ser o assassino em uma cidade tão pequena?
O livro Garota Infernal é baseado no roteiro de Diablo Cody, e diferente desse se passa em primeira pessoa. No filme nós temos uma narração de Needy. a protagonista, mas também vemos cenas com outros personagens (como Jennifer) mesmo quando ela não está presente. No livro isso não acontece, por se passar em primeira pessoa nós podemos entender um pouco mais do que se passa na cabeça de Needy, e acompanhamos as descobertas e mudanças de Jennifer junto dela, o que nos dá um ar de investigação. A trama se parece com um romance policial no qual tentamos descobrir quem comete os assassinatos e por que faz isso.
A linguagem é bem simples mostrando a mente dessa adolescente. Mostrando como ela lida com os assassinatos e como ela mesma parte em busca de respostas. Mesmo que o "vilão" esteja bem claro desde o início o porque dele fazer isso é uma surpresa para aqueles que não viram o filme. Além de tornar a maior parte das cenas mais sangrentas e violentas do que a versão cinematográfica.
Eu diria que os dois se completam, eu amo o filme e gosto de várias cenas dele que não são mostradas no livro, mas com a história impressa tive a impressão de uma verdadeira história de mistério misturado em sangue e hormônios.
Nota: 4/5
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Resenha - Paranorman
Oi pessoal, tudo bem?
Mesmo que num ritmo bem menor eu estou voltando a minha rotina de leitura, e quem me conhece sabe como amo histórias infantis por isso decidi pegar um livro que tem crianças como seu público alvo mas mesmo assim nos traz uma história não muito... comum para esse público.
Título original: Paranorman
Autor: Elizabeth Cody Kimmel
Editora: Salamandra
Páginas: 244
Sinopse: Noman Babcock tem o poder de falar com fantasmas. Até aí, tudo bem. A não ser pela amolação de Alvin, um dos valentões da escola, ele poderia passar a vida sendo sempre o "esquisitão" da cidade, e pronto. Mas o que está ruim sempre pode ficar pior. Quando a lenda da maldição lançada por uma bruxa sobre a cidade de Blythe Hollow demonstra ser real e um bando de zumbis sai da tumba para assustar os moradores, Norman descobre que tem outros talentos, e que precisa utilizá-los para salvar milhares de vidas. Com ilustrações divertidas e uma história que conta mais do que você vê no filme!
Norman Babcock é um menino que não tem amigos e vive sendo importunado pelos valentões de sua escola, seus pais não o entendem muito bem e seu relacionamento com a irmã é meio complicado, ele pode até se parecer com muitas outras crianças se não fosse o fato de que Norman tem o dom de ver e conversar com fantasmas. Não só pessoas que se foram dessa pra melhor mas também cachorros, sapos e todo ser "morto" que esteja a sua volta.
Os fantasmas ao perceber que Norman pode ouvi-los se aproveitam dessa situação pedindo favores, geralmente de coisas que não puderam fazer ou dizer antes de ter morrido. Por isso Norman, não importa aonde esteja está sempre rodeado de espíritos e ele não consegue simplesmente ignorá-los o que faz com que seu pai, um homem que não gosta de chamar atenção para si ou para sua família, se desaponte constantemente com seu filho já que ele é sempre chamado de maluco pelas pessoas da cidade em que vivem. Para complicar ainda mais a vida de Norman uma maldição está para mudar sua vida.
A cidade de Blythe Hollow tem uma lenda antiga de que uma bruxa vivia na cidade e quando os moradores a descobriram eles a prenderam e a acusaram à morte por enforcamento mas antes de sofrer sua pena ela jogou uma maldição na qual eles iriam sofrer mesmo após a morte. Agora no aniversário de 300 anos da morte da bruxa essa maldição está para se realizar, aonde os mortos iriam levantar e sofrer sem poder descansar em paz. Norman com sua habilidade de falar com os mortos pode ser então a chave para quando os zumbis se espalharem pela cidade no aniversário de morte da bruxa.
Eu gostei muito da sinopse e da ideia da história, pois mesmo sendo direcionada a crianças traz um protagonista em uma situação bem macabra se pararmos para pensar. O desenvolvimento da história é bem calmo dando tempo para conhecermos os personagens mas quando chegamos ao clímax! Aí sim a história fica realmente interessante. Ela me trouxe um final que confesso ter achado inesperado, com uma virada muito interessante que me prendeu até que eu pudesse ver como tudo terminava.
Várias cenas são engraçadas, seja por Neil, um colega de classe que tenta a todo custo ser amigo de Norman, Courtney a irmã superficial ou até mesmo a vovó Babcock que já é um fantasma mas ainda vive na casa de Norman e sempre tem um palpite para dar. A única coisa que me decepcionou muito no livro foram os recorrentes erros de português, acredito que uma melhor revisão seria suficiente para notar várias palavras escritas erradas e que muitas vezes tiraram a concordância da frase, quebrando um pouco o clima que o livro nos traz.
O livro foi adaptado do roteiro do filme que já está nos cinemas, ainda não tive a chance de conferir mas agora que li o livro estou bem mais ansioso.
Nota: 3/5
Mesmo que num ritmo bem menor eu estou voltando a minha rotina de leitura, e quem me conhece sabe como amo histórias infantis por isso decidi pegar um livro que tem crianças como seu público alvo mas mesmo assim nos traz uma história não muito... comum para esse público.
Título original: Paranorman
Autor: Elizabeth Cody Kimmel
Editora: Salamandra
Páginas: 244
Sinopse: Noman Babcock tem o poder de falar com fantasmas. Até aí, tudo bem. A não ser pela amolação de Alvin, um dos valentões da escola, ele poderia passar a vida sendo sempre o "esquisitão" da cidade, e pronto. Mas o que está ruim sempre pode ficar pior. Quando a lenda da maldição lançada por uma bruxa sobre a cidade de Blythe Hollow demonstra ser real e um bando de zumbis sai da tumba para assustar os moradores, Norman descobre que tem outros talentos, e que precisa utilizá-los para salvar milhares de vidas. Com ilustrações divertidas e uma história que conta mais do que você vê no filme!
Norman Babcock é um menino que não tem amigos e vive sendo importunado pelos valentões de sua escola, seus pais não o entendem muito bem e seu relacionamento com a irmã é meio complicado, ele pode até se parecer com muitas outras crianças se não fosse o fato de que Norman tem o dom de ver e conversar com fantasmas. Não só pessoas que se foram dessa pra melhor mas também cachorros, sapos e todo ser "morto" que esteja a sua volta.
Os fantasmas ao perceber que Norman pode ouvi-los se aproveitam dessa situação pedindo favores, geralmente de coisas que não puderam fazer ou dizer antes de ter morrido. Por isso Norman, não importa aonde esteja está sempre rodeado de espíritos e ele não consegue simplesmente ignorá-los o que faz com que seu pai, um homem que não gosta de chamar atenção para si ou para sua família, se desaponte constantemente com seu filho já que ele é sempre chamado de maluco pelas pessoas da cidade em que vivem. Para complicar ainda mais a vida de Norman uma maldição está para mudar sua vida.
A cidade de Blythe Hollow tem uma lenda antiga de que uma bruxa vivia na cidade e quando os moradores a descobriram eles a prenderam e a acusaram à morte por enforcamento mas antes de sofrer sua pena ela jogou uma maldição na qual eles iriam sofrer mesmo após a morte. Agora no aniversário de 300 anos da morte da bruxa essa maldição está para se realizar, aonde os mortos iriam levantar e sofrer sem poder descansar em paz. Norman com sua habilidade de falar com os mortos pode ser então a chave para quando os zumbis se espalharem pela cidade no aniversário de morte da bruxa.
Eu gostei muito da sinopse e da ideia da história, pois mesmo sendo direcionada a crianças traz um protagonista em uma situação bem macabra se pararmos para pensar. O desenvolvimento da história é bem calmo dando tempo para conhecermos os personagens mas quando chegamos ao clímax! Aí sim a história fica realmente interessante. Ela me trouxe um final que confesso ter achado inesperado, com uma virada muito interessante que me prendeu até que eu pudesse ver como tudo terminava.
Várias cenas são engraçadas, seja por Neil, um colega de classe que tenta a todo custo ser amigo de Norman, Courtney a irmã superficial ou até mesmo a vovó Babcock que já é um fantasma mas ainda vive na casa de Norman e sempre tem um palpite para dar. A única coisa que me decepcionou muito no livro foram os recorrentes erros de português, acredito que uma melhor revisão seria suficiente para notar várias palavras escritas erradas e que muitas vezes tiraram a concordância da frase, quebrando um pouco o clima que o livro nos traz.
O livro foi adaptado do roteiro do filme que já está nos cinemas, ainda não tive a chance de conferir mas agora que li o livro estou bem mais ansioso.
Nota: 3/5
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Séries - Political Animals
Oi pessoal, tudo bem?
Nessa época próxima as eleições eu descobri uma série que gira em torno da Política, confesso que nunca me interessei muito pelo assunto mas Political Animals traz o tema de um jeito diferente e eu logo me apaixonei pelos personagens dessa mini-série.
Duração: média de 50min p/ episódio
Lançamento: 2012
Status: mini-série com 6 episódios
Orangotag: Political Animals
Political Animals teve de longe o melhor episódio piloto que eu assisti em muito tempo! Nos mostra a história de Elaine Barrish e como a política afetou sua família ao longo dos anos, seu marido era presidente dos EUA mas era infiel a ela sendo visto várias vezes com outras mulheres. Quando o mandato de Bud terminou Elaine pediu o divórcio e decidiu então concorrer ela mesma à presidência.
Douglas, filho de Elaine está para se casar com Anne. Dougie sempre dedicou seu tempo à carreira da mãe lhe dando suporte em tudo, muitas vezes chegando a colocar a noiva em segunda plano. Anne enfrenta a pressão de entrar nessa família que sempre esteve no holofote da mídia o que não pode ser bom para sua auto-estima já que isso realça nela a vontade de alcançar a perfeição.
TJ Hammond, o outro filho de Elaine tem um passado complicado. Ele teve que assumir sua homossexualidade à força quando ainda era muito novo, o que ajudaria na campanha política de seu pai, sendo então desde cedo rotulado pela sociedade o que não deu a oportunidade de se descobrir. Ele não aguentou passar pela pressão da adolescência em um lugar como esse e acabou se entregando as drogas.
No outro lado da história nós temos a jornalista Susan Berg, que mesmo sendo muito ética em seu trabalho faz o que é preciso para conseguir a história, e seu assunto favorito é a conturbada família Hammond e tudo o que está por trás dos discursos políticos.
A história dessa série me cativou porque trouxe personagens tão imperfeitos e reais, mostrando como é a vida dessas pessoas que tem seus passos seguidos pelos fotógrafos e jornalistas e como cada pequena ação pode resultar uma imagem negativa. O que achei incrível foi a rapidez que ela me fez amar os personagens, e cada vez mais eu queria conhece-los e saber sobre seus passados e o que viria a seguir. A história é muito bem escrita, nos traz reviravoltas que me fizeram prender a respiração e até mesmo chorar algumas vezes. O roteiro é muito bem escrito e muitas vezes eu tive vontade de pausar o vídeo para anotar as frases faladas.
Mesmo que eu não conhecesse sobre política, o diferencial é que essa série nos fala sobre pessoas e a influência que elas recebem da mídia. Até me fizeram pesquisar mais e me mostrou o quanto o brasileiro ainda é desleixado nessa questão (incluindo a mim mesmo).
A série traz ótimas críticas, falando sobre ética, família, relacionamentos e tenta mostrar o que realmente importa muitas vezes está a nossa frente. E o melhor de tudo é que ela não tem medo de abordar esses temas o que só torna tudo mais interessante.
Eu iria amar se eles decidissem fazer uma segunda temporada, mesmo que as chances disso acontecer serem super baixas. Pois o final mostrado nos dá muitas possibilidades de boas histórias mesmo que tenha sido mostrada de um bom jeito. No fim das contas acho que nunca vou me esquecer desses "animais da política".
Espero que tenham gostado! Até a próxima.
;)
Nessa época próxima as eleições eu descobri uma série que gira em torno da Política, confesso que nunca me interessei muito pelo assunto mas Political Animals traz o tema de um jeito diferente e eu logo me apaixonei pelos personagens dessa mini-série.
Political Animals
Duração: média de 50min p/ episódio
Lançamento: 2012
Status: mini-série com 6 episódios
Orangotag: Political Animals
Political Animals teve de longe o melhor episódio piloto que eu assisti em muito tempo! Nos mostra a história de Elaine Barrish e como a política afetou sua família ao longo dos anos, seu marido era presidente dos EUA mas era infiel a ela sendo visto várias vezes com outras mulheres. Quando o mandato de Bud terminou Elaine pediu o divórcio e decidiu então concorrer ela mesma à presidência.
Douglas, filho de Elaine está para se casar com Anne. Dougie sempre dedicou seu tempo à carreira da mãe lhe dando suporte em tudo, muitas vezes chegando a colocar a noiva em segunda plano. Anne enfrenta a pressão de entrar nessa família que sempre esteve no holofote da mídia o que não pode ser bom para sua auto-estima já que isso realça nela a vontade de alcançar a perfeição.
TJ Hammond, o outro filho de Elaine tem um passado complicado. Ele teve que assumir sua homossexualidade à força quando ainda era muito novo, o que ajudaria na campanha política de seu pai, sendo então desde cedo rotulado pela sociedade o que não deu a oportunidade de se descobrir. Ele não aguentou passar pela pressão da adolescência em um lugar como esse e acabou se entregando as drogas.
No outro lado da história nós temos a jornalista Susan Berg, que mesmo sendo muito ética em seu trabalho faz o que é preciso para conseguir a história, e seu assunto favorito é a conturbada família Hammond e tudo o que está por trás dos discursos políticos.
A história dessa série me cativou porque trouxe personagens tão imperfeitos e reais, mostrando como é a vida dessas pessoas que tem seus passos seguidos pelos fotógrafos e jornalistas e como cada pequena ação pode resultar uma imagem negativa. O que achei incrível foi a rapidez que ela me fez amar os personagens, e cada vez mais eu queria conhece-los e saber sobre seus passados e o que viria a seguir. A história é muito bem escrita, nos traz reviravoltas que me fizeram prender a respiração e até mesmo chorar algumas vezes. O roteiro é muito bem escrito e muitas vezes eu tive vontade de pausar o vídeo para anotar as frases faladas.
Mesmo que eu não conhecesse sobre política, o diferencial é que essa série nos fala sobre pessoas e a influência que elas recebem da mídia. Até me fizeram pesquisar mais e me mostrou o quanto o brasileiro ainda é desleixado nessa questão (incluindo a mim mesmo).
A série traz ótimas críticas, falando sobre ética, família, relacionamentos e tenta mostrar o que realmente importa muitas vezes está a nossa frente. E o melhor de tudo é que ela não tem medo de abordar esses temas o que só torna tudo mais interessante.
Eu iria amar se eles decidissem fazer uma segunda temporada, mesmo que as chances disso acontecer serem super baixas. Pois o final mostrado nos dá muitas possibilidades de boas histórias mesmo que tenha sido mostrada de um bom jeito. No fim das contas acho que nunca vou me esquecer desses "animais da política".
Espero que tenham gostado! Até a próxima.
;)
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