Oi pessoal!!
E hoje eu trago o 3º vídeo do Freak Friday! \o/
O dia das bruxas se aproxima e vamos falar um pouquinho sobre ele.
obs: Eu consegui dar um jeito na luz pra ela ficar melhor dessa vez.
obs2: E me perdoem, durante a semana eu estava meio gripado e eu tentei não tossir durante o vídeo. Além de a minha mente estar um pouco mais lerda do que o normal. rs
Bom, espero que vocês gostem:
American Horror Story estréia dia 8 de Novembro as 23h na FOX.
(Canal Fox - Orangotag)
Garota Infernal - DVD
(Saraiva - Cultura - Submarino)
Garota Infernal - CD
(Saraiva - Cultura)
Formaturas infernais
(Saraiva - Cultura - Submarino)
Amores infernais
(Saraiva - Cultura - Submarino)
É só isso pessoas.
E não deixe de dar a sua opinião nos comentários!
Até a próxima.
;D
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Freak Friday #02 - Gatos
Olá pessoas!
Hoje o Freak Friday tem um tema não tão Freak assim, mas depois de comentários de que eu estava muito "assustador" eu decidi pegar um tema mais leve.(mentira, foi a falta de criatividade que me fez falar desse tema)
obs: O vídeo tinha ficado bom no meu pc, mas quando passei para o youtube ficou muuito escuro! Me desculpem, encarem como um podcast com apenas uma silhueta! :P
obs2: Eu errei o nome da deusa egípsia, é Bastet e não o que eu disse lá... :P
Espero que gostem:
E como eu acho que não deu pra ver direito a maquiagem de hoje eu tirei uma foto e vou por aqui para vocês.(Me desculpe por ser tão narcisista mas eu gosto de atenção rs)
Foi isso pessoal!!
Hoje o Freak Friday tem um tema não tão Freak assim, mas depois de comentários de que eu estava muito "assustador" eu decidi pegar um tema mais leve.
obs: O vídeo tinha ficado bom no meu pc, mas quando passei para o youtube ficou muuito escuro! Me desculpem, encarem como um podcast com apenas uma silhueta! :P
obs2: Eu errei o nome da deusa egípsia, é Bastet e não o que eu disse lá... :P
Espero que gostem:
E como eu acho que não deu pra ver direito a maquiagem de hoje eu tirei uma foto e vou por aqui para vocês.
Foi isso pessoal!!
Espero que tenham gostado apesar dos pesares...
E não deixe de dar a sua opinião!
Até a próxima.
;D
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Livros - Resenha - Em chamas
Em chamas é o segundo volume da trilogia "Jogos Vorazes" e traz de volta Katniss, a garota em chamas. Cuidado, por se tratar de uma saga o post a seguir contém spoiler do livro anterior. Se ainda não viu a resenha de Jogos Vorazes no blog clique aqui.
Autor: Suzanne Collins
Editora: Rocco
Páginas: 416
Ano de publicação: 2011
Sinopse
Depois de ganhar os Jogos Vorazes, competição entre jovens transmitida ao vivo para todos os distritos de Panem, Katniss agora terá que enfrentar a represália da Capital e decidir que caminho tomar quando descobre que suas atitudes nos jogos incitaram rebeliões em alguns distritos. Dessa vez, além de lutar por sua própria vida, terá que proteger seus amigos e familiares e, talvez, todo o povo de Panem.
Depois de ganhar os Jogos Vorazes, competição entre jovens transmitida ao vivo para todos os distritos de Panem, Katniss agora terá que enfrentar a represália da Capital e decidir que caminho tomar quando descobre que suas atitudes nos jogos incitaram rebeliões em alguns distritos. Dessa vez, além de lutar por sua própria vida, terá que proteger seus amigos e familiares e, talvez, todo o povo de Panem.
Após os acontecimentos em Jogos Vorazes, em que Katniss e
Peeta conseguiram sobreviver, parece que tudo está para se acalmar. Até que uma
visita do Presidente Snow, o líder da Capital, vem para lembrar a nossa
vencedora que mesmo tendo saído da Arena ela não está livre.
O que aconteceu como um impulso pareceu uma tentativa de
rebelião aos olhos dos outros distritos e da própria capital. Agora Katniss tem
que tomar cuidado com as suas atitudes, já que se de algum modo ela demonstrar estar
se rebelando isso desencadearia uma revolução e possivelmente uma guerra.
Além de toda essa “tensão psicológica” que acompanhamos no
segundo livro da série de Suzanne Collins, a autora nos mostra mais da incrível
mitologia criada para esse universo, já que já se passou quase um ano e outra
edição dos Jogos Vorazes estão por vir. Mas não qualquer edição dos Jogos, e
sim o “Massacre Quaternário”, um tipo de comemoração de aniversário que ocorre
a cada 25 anos.
O livro é tão intenso, se não dizer que mais, do que o
anterior. A cada capitulo eu pesava junto com a personagem as atitudes tomadas
por ela. Cada sorriso, palavra ou gesto poderia mudar todo o rumo da história!
E isso me deixou tenso, e quando você acha que está perto de acabar, chega o “Massacre”
que nos surpreende mais uma vez.
A descrição desse novo jogo, da nova arena e do que os novos
participantes tem que enfrentar é incrível. Além, de revermos situações e
personagens que já nos foram apresentadas no primeiro livro, que de certo modo
já sabemos como funciona, mas exatamente por isso eu ficava ansioso sobre
quando e como eles iriam acontecer.
A escrita da autora é muito viciante, fazendo que você passe
as páginas sem perceber e que um capítulo puxe a outro e você não tenha vontade
de largar o livro. Os personagens tão cativantes e com personalidades tão fortes
fazem novamente com que você se apaixone e torça junto deles, faça seus
inimigos junto da protagonista e prenda o fôlego em seu clímax.
E o livro acaba justamente no seu auge, fazendo com que a
leitura de seu terceiro e último livro seja obrigatória.
Nota: 5
Nota: 5
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Freak Friday #01 - Medos
Olá pessoas.
Agora eu venho apresentar para vocês uma nova coluna aqui no blog!
O FREAK FRIDAY!
Toda semana eu vou trazer para vocês um vídeo diferente, com um tema diferente, de um jeito diferente!
Para começar, no clima do Hallowen, venho falar(desabafar) alguns medos que eu tenho.
Eu espero que gostem!
E não deixe de dar a sua opinião!
Comenta aí seus medos, ideias, e o que mais quiser.
;D
Agora eu venho apresentar para vocês uma nova coluna aqui no blog!
O FREAK FRIDAY!
Toda semana eu vou trazer para vocês um vídeo diferente, com um tema diferente, de um jeito diferente!
Para começar, no clima do Hallowen, venho falar
Eu espero que gostem!
E não deixe de dar a sua opinião!
Comenta aí seus medos, ideias, e o que mais quiser.
;D
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Livros - Resenha - Jogos Vorazes
Jogos Vorazes é o livro do momento isso todos tem que
concordar. E além de uma sinopse interessante, capas simplesmente lindas e um gênero
que está tomando muito espaço ultimamente a indicação desse livro por amigos
foi muito grande. E eu li, e só me arrependi de não ter feito isso antes.
Katniss escuta os tiros de canhão enquanto raspa o sangue do garoto do distrito 9. Na abertura dos Jogos Vorazes, a organização não recolhe os corpos dos combatentes caídos e dá tiros de canhão até o final. Cada tiro, um morto. Onze tiros no primeiro dia. Treze jovens restaram, entre eles, Katniss. Para quem os tiros de canhão serão no dia seguinte?... Após o fim da América do Norte, uma nova nação chamada Panem surge. Formada por doze distritos, é comandada com mão de ferro pela Capital. Uma das formas com que demonstram seu poder sobre o resto do carente país é com Jogos Vorazes, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de doze a dezoito anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte! Para evitar que sua irmã seja a mais nova vítima do programa, Katniss se oferece para participar em seu lugar. Vinda do empobrecido distrito 12, ela sabe como sobreviver em um ambiente hostil. Peeta, um garoto que ajudou sua família no passado, também foi selecionado. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder, morre. Mas para ganhar a competição, será preciso muito mais do que habilidade. Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa nos Jogos Vorazes?
Jogos Vorazes de Suzanne Collins é uma Distopia. Os livros
distópicos se caracterizam principalmente pela submissão da sociedade ou quando
a mesma está sob controle de algo ou alguém.
Na história futurista os EUA ruíram e em seu lugar foram
construídos 13 distritos, após um tipo de guerra civil “A Capital” (Tipo de
governo) decide criar os Jogos Vorazes, um reality show sangrento para mostrar quem está no comando. Para os Jogos cada Distrito
manda 2 participantes, um garoto e uma garota que tem entre 12 e 18 anos. Os
participantes são colocados em uma arena e a regra geral é “o ultimo
sobrevivente vence!”.
Muitos dos distritos estão na miséria e perecem por fome e
pobreza, por isso muitas vezes os Jogos é a única solução que o distrito
encontra para garantir uma boa vida já que o vencedor além de fama garante 1
ano de alimentação para a sua população.
E é no meio desse mundo que Katniss Everdeen vive. A
protagonista da história mora no Distrito 12, o mais pobre deles, e acaba indo
participar dos Jogos deixando sua mãe e irmã além de seu melhor amigo Gale,
para trás. O outro participante de seu distrito é Peeta, um garoto que ela
nunca reparou direito, mas que começa a ver de outra forma depois que descobre
que ele sempre foi apaixonado por ela.
Agora o garoto que ela deveria enfrentar na arena pode ser a
sua única chance de sair de lá com algum tipo de honra.
Me desculpem se essa “introdução” foi grande demais. Mas é
que o mundo criado por Collins foi tão bem feito, no qual para tudo há uma
regra, uma conseqüência, uma história. Tudo muito bem construído que garante
que o leitor se imagine fazendo parte da história, pesando cada ação da
personagem, permitindo com que você se emocione junto com ela e prenda a respiração
quando alguma cena forte está acontecendo.
O livro me fez ficar acordado até muito tarde várias vezes
pois mesmo que estando cansado a história me prendia e não conseguia largar até
terminar um capítulo, e mais outro e mais outro...
Como vocês podem ver ele tem um lado “sombrio” e mais
pesado pois afinal de contas os protagonistas dos jogos são crianças e
adolescentes que lutam até a morte! Mas a leitura me surpreendeu pois eu achei
que devido a divulgação do livro ele seria muito violento. Mas não é assim já
que só metade dele se passa de fato nos Jogos.
O modo como esse mundo distópico é apresentado me agradou
muito pois de uma maneira natural o leitor vai se acostumando com termos e
situações.
A mensagem que o livro passa também é muito interessante.
Além de o foco das distopias que é mostrar a facilidade com que deixamos nossas
vidas ser controladas por alguém que não nós mesmos, que nossas opiniões não
devem ser ouvidas e abaixamos a cabeça e aceitamos o que nos vem. Ele nos
mostra a importância da família, uma amizade verdadeira, mas acima disso tudo o
livro nos mostra que podemos ser capazes. Que nós temos tudo para nos deixar
enfraquecer, mas ao contrário disso devemos lutar para conseguir o que
queremos!
Eu realmente amei esse livro, que é o 1º de uma trilogia.
Nota: 5
Nota: 5
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Música - Ke$ha
Olá pessoal!
Eu vim falar para vocês sobre uma cantora que eu admiro muito e que com pouco mais de 2 anos de carreira já conseguiu seu espaço na mídia. Com apenas 24 anos e fama de festeira, vamos falar sobre a Ke$ha!
Kesha Rose Sebert
Pebe, mãe de Kesha é uma cantora de Punk-Rock e compositora que teve grande reconhecimento no fim da década de 70. Lutou muito para garantir uma boa vida aos filhos se sustentando apenas com a música. E isso foi uma grande inspiração na vida da filha que aos 17 anos de idade "largou" a escola para seguir o seu sonho.
Animal + Cannibal
Ao chegar em Los Angeles encontrou Dr. Luke, que foi produtor executivo de seu album de estréia e também responsável por grandes hits de outros famosos como Britney Spears, Katy Perry, Kelly Clarckson e Avril Lavigne.
A carreira de Kesha cresceu descomunalmente logo a partir de seu primeiro single "Tik Tok", lançado em 2009 que ficou em primeiro lugar na parada Bilboard Hot 100 e seu disco de estréia "Animal" vendeu 152 mil cópias em sua primeira semana!
Os outros singles não ficaram para trás. Blah Blah Blah (2010), Your love is my drug (2010), Take it off (2010), We R who we R (2010) e Blow (2011) também atingiram grande sucesso e número de vendas.
I Am The Dance Commander + I Command You To Dance
Muito verdadeira gosta de retratar as suas experiências vividas em suas músicas. Party in a Rich dude's house é sobre uma vez em que a cantora vomitou no guarda roupa em uma festa de Pariz Hilton, Backstabber conta a história de uma "amiga" que na verdade era uma falsa e acabou roubando seu carro, Kiss & Tell foi sobre um relacionamento no qual seu namorado a traiu com outra celebridade e por aí vai...
Ela já disse em entrevistas que para compor gosta de sair para uma festa, depois de volta em casa escreve (na maioria das vezes ainda bêbada) sobre o que aconteceu e na manhã seguinte dá uma olhada melhor e desenvolve a partir daí.
K$
Mas a cantora não é só festeira, em algumas músicas como "The Harold song", "Animal" e "Blind" ela demonstra toda a sua fragilidade. O que a traz ainda mais perto de seu público. O cifrão em seu nome artístico, como ela mesmo já disse em entrevistas, simboliza não só a sua fama mas como também a falta dela em momentos no qual ela mal tinha dinheiro para comprar comida para sua família.
Ná semana passada ela finalizou a sua turnê Get Sleazy Tour, que passou inclusive por São Paulo (No qual eu fui! *-*) e depois no Rio de Janeiro no festival Rock in Rio aonde não poupou esforços colocando todo mundo para dançar. Com looks ousados num estilo Trash glam ela usa referências ao Rock e Hip Hop, além do glitter que não pode ficar de fora.
Mas sendo adorada ou não ela sabe festejar, colocar as pessoas para cima e polemizar. Por isso vou fechar esse post com o meu top 5 da cantora. Você pode deixar aí nos comentários as suas músicas favoritas ou até mesmo criticar, desde que não deixe de dar a sua opinião.
;D
Party in a Rich dude's house
Take it off
Blow
Cannibal
We R who we R
Bônus:
The Harold Song
*Não consegui deixar essa música de fora. Acho a letra linda!
;D
Eu vim falar para vocês sobre uma cantora que eu admiro muito e que com pouco mais de 2 anos de carreira já conseguiu seu espaço na mídia. Com apenas 24 anos e fama de festeira, vamos falar sobre a Ke$ha!
Kesha Rose Sebert
Pebe, mãe de Kesha é uma cantora de Punk-Rock e compositora que teve grande reconhecimento no fim da década de 70. Lutou muito para garantir uma boa vida aos filhos se sustentando apenas com a música. E isso foi uma grande inspiração na vida da filha que aos 17 anos de idade "largou" a escola para seguir o seu sonho.
Animal + Cannibal
A carreira de Kesha cresceu descomunalmente logo a partir de seu primeiro single "Tik Tok", lançado em 2009 que ficou em primeiro lugar na parada Bilboard Hot 100 e seu disco de estréia "Animal" vendeu 152 mil cópias em sua primeira semana!
Os outros singles não ficaram para trás. Blah Blah Blah (2010), Your love is my drug (2010), Take it off (2010), We R who we R (2010) e Blow (2011) também atingiram grande sucesso e número de vendas.
I Am The Dance Commander + I Command You To Dance
Muito verdadeira gosta de retratar as suas experiências vividas em suas músicas. Party in a Rich dude's house é sobre uma vez em que a cantora vomitou no guarda roupa em uma festa de Pariz Hilton, Backstabber conta a história de uma "amiga" que na verdade era uma falsa e acabou roubando seu carro, Kiss & Tell foi sobre um relacionamento no qual seu namorado a traiu com outra celebridade e por aí vai...
Ela já disse em entrevistas que para compor gosta de sair para uma festa, depois de volta em casa escreve (na maioria das vezes ainda bêbada) sobre o que aconteceu e na manhã seguinte dá uma olhada melhor e desenvolve a partir daí.
K$
Mas a cantora não é só festeira, em algumas músicas como "The Harold song", "Animal" e "Blind" ela demonstra toda a sua fragilidade. O que a traz ainda mais perto de seu público. O cifrão em seu nome artístico, como ela mesmo já disse em entrevistas, simboliza não só a sua fama mas como também a falta dela em momentos no qual ela mal tinha dinheiro para comprar comida para sua família.
Mas sendo adorada ou não ela sabe festejar, colocar as pessoas para cima e polemizar. Por isso vou fechar esse post com o meu top 5 da cantora. Você pode deixar aí nos comentários as suas músicas favoritas ou até mesmo criticar, desde que não deixe de dar a sua opinião.
;D
Party in a Rich dude's house
Take it off
Blow
Cannibal
We R who we R
Bônus:
The Harold Song
*Não consegui deixar essa música de fora. Acho a letra linda!
;D
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Resenha – Book tour - A morte do cozinheiro
O livro de Allan Pitz foi o sexto livro que eu recebi no
Book tour do Selo brasileiro.
Palavras do autor: "Nesse livro em especial não me prendi a nada; fiz como fazia nos palcos: montei um personagem e deixei fluir tudo na sua sintonia. O protagonista, Luiz Aurélio, encontra-se num estado de perturbação mental contínuo: não existe mais verdade ou ilusão; existe a sua realidade tragicômica tosca de perdas super valorizadas e ciúmes." Apresentação do livro: É verdade, eu matei o cozinheiro. Em momento algum deste livro negarei que matei o sórdido cozinheiro com minhas próprias mãos de escrever versos. Havia motivo claro em saciar-se com a sua morte, morte de quem por carne e gozo objetou-se ao incomensurável amor que me tornava tão puro. Eu estripei-o com suas facas imundas de trabalho banal, e escalpelei por mimo infantil, de criança brincalhona, ao ver os índios e escalpes na TV. Matei o demônio com noventa facadas, cultivando um novo demônio sanguinário em mim, portanto não negarei ter feito a coisa mais maravilhosa que eu poderia fazer por minha inconsequência gloriosa naquele momento: Eu matei o cozinheiro.
O nosso protagonista, Luiz Aurélio fica revoltado e
indignado depois de terminar seu relacionamento com Carmem, a quem ele descreve
sempre como dona de uma incrível beleza e perfeição. Ela agora está junto de um
cozinheiro e ele tem motivos para acreditar que deve protegê-la desse novo
namorado que não parece ser tão bondoso como todos dizem.
Só não digo mais detalhes sobre a história pois o livro é
realmente curto, o que por um lado é benéfico por outro peca, já que essa história
poderia ter se desenvolvida de uma maneira mais elaborada. Mas a forma como foi
criada não é ruim. Conduz o leitor de uma maneira quase que impulsiva, já que o
livro é “pequeno” o tempo de leitura dedicado a ele passa sem ser percebido.
O estilo do autor é singular. Pois, mesmo que em uma
narração de pensamentos e fatos não deixa de ter um toque poético, uma escrita
que confesso não ter visto em outro livro e que me agradou bastante.
A morte do cozinheiro não é um livro de estilo
investigativo, no qual tentamos ao longo da história descobrir quem matou o tal
cozinheiro. O assassino conta que cometeu o crime logo no início, narrando ele
mesmo a história. O que me leva a outro ponto, o da veracidade dos fatos dentro
da história. Já que ele é narrado em 1º pessoa não temos um vislumbre do que se
passa na cabeça das outras personagens e não sabemos “quem diz a verdade” o que
abre múltiplas interpretações para seu final.
Um livro de qualidade que vale ser lido e acima disso
admirado.
Nota: 3
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