sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Freak Friday #01 - Medos

Olá pessoas.
Agora eu venho apresentar para vocês uma nova coluna aqui no blog!
O FREAK FRIDAY!

Toda semana eu vou trazer para vocês um vídeo diferente, com um tema diferente, de um jeito diferente!
Para começar, no clima do Hallowen, venho falar (desabafar) alguns medos que eu tenho.

Eu espero que gostem!




E não deixe de dar a sua opinião!
Comenta aí seus medos, ideias, e o que mais quiser.

;D

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Livros - Resenha - Jogos Vorazes


Jogos Vorazes é o livro do momento isso todos tem que concordar. E além de uma sinopse interessante, capas simplesmente lindas e um gênero que está tomando muito espaço ultimamente a indicação desse livro por amigos foi muito grande. E eu li, e só me arrependi de não ter feito isso antes.


Autor: Suzanne Collins
Editora: Rocco
Páginas: 397
Ano de publicação: 2010

Sinopse
Katniss escuta os tiros de canhão enquanto raspa o sangue do garoto do distrito 9. Na abertura dos Jogos Vorazes, a organização não recolhe os corpos dos combatentes caídos e dá tiros de canhão até o final. Cada tiro, um morto. Onze tiros no primeiro dia. Treze jovens restaram, entre eles, Katniss. Para quem os tiros de canhão serão no dia seguinte?... Após o fim da América do Norte, uma nova nação chamada Panem surge. Formada por doze distritos, é comandada com mão de ferro pela Capital. Uma das formas com que demonstram seu poder sobre o resto do carente país é com Jogos Vorazes, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de doze a dezoito anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte! Para evitar que sua irmã seja a mais nova vítima do programa, Katniss se oferece para participar em seu lugar. Vinda do empobrecido distrito 12, ela sabe como sobreviver em um ambiente hostil. Peeta, um garoto que ajudou sua família no passado, também foi selecionado. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder, morre. Mas para ganhar a competição, será preciso muito mais do que habilidade. Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa nos Jogos Vorazes?

Jogos Vorazes de Suzanne Collins é uma Distopia. Os livros distópicos se caracterizam principalmente pela submissão da sociedade ou quando a mesma está sob controle de algo ou alguém.
Na história futurista os EUA ruíram e em seu lugar foram construídos 13 distritos, após um tipo de guerra civil “A Capital” (Tipo de governo) decide criar os Jogos Vorazes, um reality show sangrento para mostrar quem está no comando. Para os Jogos cada Distrito manda 2 participantes, um garoto e uma garota que tem entre 12 e 18 anos. Os participantes são colocados em uma arena e a regra geral é “o ultimo sobrevivente vence!”.
Muitos dos distritos estão na miséria e perecem por fome e pobreza, por isso muitas vezes os Jogos é a única solução que o distrito encontra para garantir uma boa vida já que o vencedor além de fama garante 1 ano de alimentação para a sua população.
E é no meio desse mundo que Katniss Everdeen vive. A protagonista da história mora no Distrito 12, o mais pobre deles, e acaba indo participar dos Jogos deixando sua mãe e irmã além de seu melhor amigo Gale, para trás. O outro participante de seu distrito é Peeta, um garoto que ela nunca reparou direito, mas que começa a ver de outra forma depois que descobre que ele sempre foi apaixonado por ela.
Agora o garoto que ela deveria enfrentar na arena pode ser a sua única chance de sair de lá com algum tipo de honra.
Me desculpem se essa “introdução” foi grande demais. Mas é que o mundo criado por Collins foi tão bem feito, no qual para tudo há uma regra, uma conseqüência, uma história. Tudo muito bem construído que garante que o leitor se imagine fazendo parte da história, pesando cada ação da personagem, permitindo com que você se emocione junto com ela e prenda a respiração quando alguma cena forte está acontecendo.
O livro me fez ficar acordado até muito tarde várias vezes pois mesmo que estando cansado a história me prendia e não conseguia largar até terminar um capítulo, e mais outro e mais outro...
Como vocês podem ver ele tem um lado “sombrio” e mais pesado pois afinal de contas os protagonistas dos jogos são crianças e adolescentes que lutam até a morte! Mas a leitura me surpreendeu pois eu achei que devido a divulgação do livro ele seria muito violento. Mas não é assim já que só metade dele se passa de fato nos Jogos.
O modo como esse mundo distópico é apresentado me agradou muito pois de uma maneira natural o leitor vai se acostumando com termos e situações.
A mensagem que o livro passa também é muito interessante. Além de o foco das distopias que é mostrar a facilidade com que deixamos nossas vidas ser controladas por alguém que não nós mesmos, que nossas opiniões não devem ser ouvidas e abaixamos a cabeça e aceitamos o que nos vem. Ele nos mostra a importância da família, uma amizade verdadeira, mas acima disso tudo o livro nos mostra que podemos ser capazes. Que nós temos tudo para nos deixar enfraquecer, mas ao contrário disso devemos lutar para conseguir o que queremos!
Eu realmente amei esse livro, que é o 1º de uma trilogia.

 Nota: 5 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Música - Ke$ha

Olá pessoal!
Eu vim falar para vocês sobre uma cantora que eu admiro muito e que com pouco mais de 2 anos de carreira já conseguiu seu espaço na mídia. Com apenas 24 anos e fama de festeira, vamos falar sobre a Ke$ha!


Kesha Rose Sebert


Pebe, mãe de Kesha é uma cantora de Punk-Rock e compositora que teve grande reconhecimento no fim da década de 70. Lutou muito para garantir uma boa vida aos filhos se sustentando apenas com a música. E isso foi uma grande inspiração na vida da filha que aos 17 anos de idade "largou" a escola para seguir o seu sonho.


Animal + Cannibal


Ao chegar em Los Angeles encontrou Dr. Luke, que foi produtor executivo de seu album de estréia e também responsável por grandes hits de outros famosos como Britney Spears, Katy Perry, Kelly Clarckson e Avril Lavigne.
A carreira de Kesha cresceu descomunalmente logo a partir de seu primeiro single "Tik Tok", lançado em 2009 que ficou em primeiro lugar na parada Bilboard Hot 100 e seu disco de estréia "Animal" vendeu 152 mil cópias em sua primeira semana!
Os outros singles não ficaram para trás. Blah Blah Blah (2010), Your love is my drug (2010), Take it off (2010), We R who we R (2010) e Blow (2011) também atingiram grande sucesso e número de vendas.


I Am The Dance Commander + I Command You To Dance


Muito verdadeira gosta de retratar as suas experiências vividas em suas músicas. Party in a Rich dude's house é sobre uma vez em que a cantora vomitou no guarda roupa em uma festa de Pariz Hilton, Backstabber conta a história de uma "amiga" que na verdade era uma falsa e acabou roubando seu carro, Kiss & Tell foi sobre um relacionamento no qual seu namorado a traiu com outra celebridade e por aí vai...
Ela já disse em entrevistas que para compor gosta de sair para uma festa, depois de volta em casa escreve (na maioria das vezes ainda bêbada) sobre o que aconteceu e na manhã seguinte dá uma olhada melhor e desenvolve a partir daí.


K$

Mas a cantora não é só festeira, em algumas músicas como "The Harold song", "Animal" e "Blind" ela demonstra toda a sua fragilidade. O que a traz ainda mais perto de seu público. O cifrão em seu nome artístico, como ela mesmo já disse em entrevistas, simboliza não só a sua fama mas como também a falta dela em momentos no qual ela mal tinha dinheiro para comprar comida para sua família.


Ná semana passada ela finalizou a sua turnê Get Sleazy Tour, que passou inclusive por São Paulo (No qual eu fui! *-*) e depois no Rio de Janeiro no festival Rock in Rio aonde não poupou esforços colocando todo mundo para dançar. Com looks ousados num estilo Trash glam ela usa referências ao Rock e Hip Hop, além do glitter que não pode ficar de fora.

Mas sendo adorada ou não ela sabe festejar, colocar as pessoas para cima e polemizar. Por isso vou fechar esse post com o meu top 5 da cantora. Você pode deixar aí nos comentários as suas músicas favoritas ou até mesmo criticar, desde que não deixe de dar a sua opinião.
;D

Party in a Rich dude's house




Take it off



Blow



Cannibal



We R who we R


Bônus:
The Harold Song


*Não consegui deixar essa música de fora. Acho a letra linda!

;D



segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Resenha – Book tour - A morte do cozinheiro


O livro de Allan Pitz foi o sexto livro que eu recebi no Book tour do Selo brasileiro.

Autor: Allan Pitz
Editora: Above
Páginas: 80
Ano de publicação: 2011

Sinopse
Palavras do autor: "Nesse livro em especial não me prendi a nada; fiz como fazia nos palcos: montei um personagem e deixei fluir tudo na sua sintonia. O protagonista, Luiz Aurélio, encontra-se num estado de perturbação mental contínuo: não existe mais verdade ou ilusão; existe a sua realidade tragicômica tosca de perdas super valorizadas e ciúmes." Apresentação do livro: É verdade, eu matei o cozinheiro. Em momento algum deste livro negarei que matei o sórdido cozinheiro com minhas próprias mãos de escrever versos. Havia motivo claro em saciar-se com a sua morte, morte de quem por carne e gozo objetou-se ao incomensurável amor que me tornava tão puro. Eu estripei-o com suas facas imundas de trabalho banal, e escalpelei por mimo infantil, de criança brincalhona, ao ver os índios e escalpes na TV. Matei o demônio com noventa facadas, cultivando um novo demônio sanguinário em mim, portanto não negarei ter feito a coisa mais maravilhosa que eu poderia fazer por minha inconsequência gloriosa naquele momento: Eu matei o cozinheiro.

O nosso protagonista, Luiz Aurélio fica revoltado e indignado depois de terminar seu relacionamento com Carmem, a quem ele descreve sempre como dona de uma incrível beleza e perfeição. Ela agora está junto de um cozinheiro e ele tem motivos para acreditar que deve protegê-la desse novo namorado que não parece ser tão bondoso como todos dizem.
Só não digo mais detalhes sobre a história pois o livro é realmente curto, o que por um lado é benéfico por outro peca, já que essa história poderia ter se desenvolvida de uma maneira mais elaborada. Mas a forma como foi criada não é ruim. Conduz o leitor de uma maneira quase que impulsiva, já que o livro é “pequeno” o tempo de leitura dedicado a ele passa sem ser percebido.
O estilo do autor é singular. Pois, mesmo que em uma narração de pensamentos e fatos não deixa de ter um toque poético, uma escrita que confesso não ter visto em outro livro e que me agradou bastante.
A morte do cozinheiro não é um livro de estilo investigativo, no qual tentamos ao longo da história descobrir quem matou o tal cozinheiro. O assassino conta que cometeu o crime logo no início, narrando ele mesmo a história. O que me leva a outro ponto, o da veracidade dos fatos dentro da história. Já que ele é narrado em 1º pessoa não temos um vislumbre do que se passa na cabeça das outras personagens e não sabemos “quem diz a verdade” o que abre múltiplas interpretações para seu final.
Um livro de qualidade que vale ser lido e acima disso admirado.

 Nota: 3 

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Música - Florence + The Machine



Nome: Florence + The Machine
Gênero: Indie
Integrantes: Florence Welch (Cantora/Vocal), Robert Ackroyd (guitarra e voz de fundo), Chris Hayden (bateria e percurssão), Isabella Summers (teclado e voz de fundo), Mark Saunders (baixo) e Tom Monger (harpa). 

** Quando se ouve falar em música indie, muitas pessoas não sabem descrever o gênero e possivelmente nem conheçam uma banda ou cantora realmente boa que cante no estilo musical, mas devo dizer que o primeiro passo para conhecer bandas indies realmente boas, é ser fã nato de seriados americanos. **
Hoje vou apresentar a vocês uma das cantoras que está no topo da minha lista de predilétas, a Florence + The Machine. O estilo Florence explora muito o que chamo de On The Road, mas ela consegue variar muito entre ritmos de musica lenta/sentimental até aquelas bem animadas.
A cantora é uma das maiores referências do gênero indie, tais como: Karen Elson e Lykke Li, que estão presentes em diversas trilhas sonoras. E por falar nisto, a música Heavy In Your Arms da Florence + The Machine faz parte da trilha sonora oficial do terceiro filme da Saga Crepúsculo – Eclipse; e a música I’m Not A Calling You A Liar está presente do seriado Pretty Little Liars fechando a primeira temporada com chave-de-ouro; e não vamos esquecer da regravação de Glee, com a música Dog Days Are Over.
Florence infelizmente ainda não é tão conhecida no Brasil como deveria, talvez o principal motivo para ela nunca ter feito shows no país, mas como a esperança é a última que morre, esperarei pacientemente até sua chegada!
Seu único album de estúdio é o Lungs, porém o mesmo fora re-editado em outras três edições, sendo elas: Lungs – Deluxe Edition, Lungs Expanded – Box Set e a versão mais atual que é acompanhada por um cd com músicas inéditas e um especial maravilhoso de acústicas, o Between Two Lungs.
Alguns dos melhores singles de Florence + The Machine:
#Cosmic Love - tocada em The Vampire Diaries
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#What The Water Gave Me - a mais atual
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#Between To Lungs - incrivelmente maravilhosa
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- Por Alexandre Tavares

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Resenha - Book tour - Doença e cura

Doença e cura foi o quinto livro que eu recebi pelo Book Tour do Selo Brasileiro. 


Autor: Fabian Balbinot
Editora: Alcance
Páginas: 256
Ano de publicação: 2010

Sinopse
Em um submundo de sombras e poder, onde os vampiros são reais, surge uma entidade desconhecida, que perambula em uma incansável busca pelo sangue eterno dos mortos-vivos, enlouquecendo-os com pavores semelhantes aos que eles costumam infligir aos seres humanos, e usando os próprios humanos como iscas para atraí-los...





A história de Doença e Cura é singular, isso eu afirmo. O autor nos traz uma nova “raça”, uma espécie de Anti-vampiro. Essa criatura estaria, na cadeia alimentar acima dos vampiros, se alimentando deles. Como o autor gosta (e insiste) de deixar claro que os vampiros são como uma doença para o mundo e essa nova raça vem com o intuito de ser uma cura, aniquilando os vampiros.
O livro tem um toque muito trash. Com cenas descritas de maneira seca e sem receio. Seja mostrando a dor dos personagens ou os delírios deles. Confesso que as vezes isso me desconcentrava pois em certas partes o “toque” trash era imenso, o que me fazia sentir um certo desconforto na leitura.
A escrita do autor não me prendeu muito, sentia necessidade de parar a leitura diversas vezes para que conseguisse continuar. Pontos excessivos, parágrafos desnecessários e reticências foram utilizados em excesso, e mesmo que seja uma característica da escrita do autor em certo ponto me dava agonia, não sei se era essa a intenção, mas o corte de pensamento me vinha com essa estrutura de escrita.
Volto a dizer que a idéia do livro me pareceu muito boa e interessante, mas a obra como um todo não me cativou. Pode se dar ao fato de que eu não estou acostumado com esse tipo de literatura ou até mesmo de que eu não sou o público alvo para o qual o escritor quer se dirigir em sua narrativa.
Por isso eu acabo indicando a leitura desse livro não porque me fascinou, mas para que cada um possa ver com os próprios olhos essa bizarra obra e enfim saber se os incômodos pelo qual eu passei foram devidos a essas questões de gosto pessoal.

 Nota: 2 

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Música - Placebo


Nome: Placebo.
Gênero: Rock Alternativo.
Integrantes: Brian Molko (vocalista, guitarrista e tecladista), Stefan Olsdal (baixista, guitarrista e teclista), e Steve Forrest (baterista).

Para quem gosta de Rock Alternativo... A primeira banda que vou indicar a vocês – acredite ou não, eu comecei a ouvi-la a pouquíssimo tempo – chama-se Placebo, um rock alternativo maravilhoso, com um vocal meio banda-de-garagem que eu particularmente adorei. A banda tem um som meio variante entre o On The Road e o Underground, mas é o tipo de banda que não pode faltar numa coletânea de viagem com os amigos, nem no Ipod de um verdadeiro roqueiro!
A banda tem origem inglesa, e vem enlouquecendo e arrastando fãs ao longo de 17 anos, com dezenas de álbuns e, participações em diversas trilhas sonoras, como por exemplo, no seriado The Vampire Diaries, com a música Running Up That Rill, originalmente contada por Kate Bush, um flashback meio trash e meio maravilhoso. O trio inglês fez shows no Brasil em 2005, 2007 e 2010, e se vocês gostarem da banda assim como eu gostei, nos veremos quando eles voltarem.

Algumas indicações que vocês não podem deixar de ouvir:
#Passive Aggressive
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#Commercial For Levi
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#Lady Of The Flowers
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#Haemoglobin
<a href="//www.youtube.com/watch?v=ZdKRkPARZHo?hl%3Den"><img alt="Play" src="https://lh3.googleusercontent.com/blogger_img_proxy/AEn0k_uV9AotL3w4gfNASkDfpxM7HtAgELw6kXv5y9NIrULY5cthAY7ua8zQeP9Lq3JbPsCE7aBX7-XNOj6QzbIrdOMvgjAtZ3Bpk0Xy=s0-d" style="border:0px;"></a>

 
Na semana que vem eu volto com alguma banda indie, um gênero meio “hã?”, mas completamente seriado americano, o tipo de musica para sentar, observar e apreciar.

- Por Alexandre Tavares
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Quem é Alexandre Tavares?
Bom, eu tenho 19 anos, sou universitário em Comunicação Social e bailarino. Paulistano de corpo e alma, sinestésico e compulsivo. Já passei pelo vestibular, por experiências terríveis, por experiências quase inacreditáveis de tão maravilhosas, por problemas com os pais, problemas no amor, problemas com amigos, e outros dramas. Sou freneticamente viciado em filmes, necessariamente apaixonado por músicas e estou indispensavelmente sempre na moda. Chocólatra, romântico, sincero, leal, espontâneo, retardado, fofo, descolado e alegre.

Mais sobre mim, meus textos e minha rotina incomum: